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ARTIGO

Estado da Paraíba

O Estado da Paraíba está localizado no Nordeste Oriental, na Zona Tropical, e abrange uma área com cerca de 56 mil Km² possuindo um formato bastante irregular, ou seja, uma estreita e alongada faixa de terra, penetrando do litoral para o interior. O Estado faz divisa ao Norte com o Rio Grande do Norte, ao Sul com Pernambuco e a Oeste com o Ceará. Além disso, encontra-se na Paraíba o ponto mais extremo da América do Sul, conhecido como a Ponta do Seixas.

O relevo paraibano é bastante variado. No litoral abriga a planície que é formada pelas praias e terras arenosas; na mata, os tabuleiros que são formados por acúmulos de terras que descem de lugares altos; no agreste, possui algumas depressões que ficam entre os tabuleiros e o planalto da Borborema, onde apresenta muitas serras; e no sertão, onde há uma depressão sertaneja que se estende do município de Patos até depois da Serra da Viração.

O Estado possui, em sua grande extensão, clima tropical semiárido, o qual apresenta temperaturas elevadas e chuvas escassas, e nas regiões do litoral e da Zona Serrana, principalmente na divisa com Pernambuco, possui um clima tropical úmido, com chuvas abundantes e temperaturas menos elevadas.

Inicialmente, a Paraíba era povoada por índios Potiguaras que com a chegada do franceses fizeram uma aliança para manter o poder da região. Nesse sentido existia uma grande preocupação por parte dos lusitanos em conquistar a capitania porque assim garantiriam o progresso da capitania pernambucana, quebrariam a aliança entre Potiguaras e franceses, e, ainda, aumentariam a colonização ao norte.

Sendo assim, o Governador Geral da capitania de Itamaracá, D. Luís de Brito, recebeu a ordem, do rei de Portugal, para separar a capitania e para punir os índios responsáveis pelo massacre ocorrido em 1534, conhecido como tragédia de Tacunhaém, na qual os índios mataram todos os moradores de um engenho, por aprisionarem a filha do chefe potiguara. Assim, Itamaracá foi desmembrada dando formação à Capitania do Rio Paraíba. Após cinco expedições para a conquista lusitana da região, e após lutas e alianças, a conquista da Paraíba se deu, no século XVI, no final de tudo, através da união de um português e um chefe indígena chamado Piragibe. Logo após, Martim Leitão trouxe pedreiros, carpinteiros e engenheiros para edificar a Cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, a capital do estado. Com o início das obras, Leitão foi à Baía da Traição expulsar o resto dos franceses que permaneciam na Paraíba e nomeou João Tavares para ser o capitão do Forte. Assim, em 5 de agosto de 1585, a capital da Paraíba foi a terceira cidade a ser fundada no Brasil e a última do século XVI.

Com a colonização houve a necessidade de novos povoados e assim foram surgindo vilas importantes para a região, as quais, em sua maioria, se tornaram cidades expressivas à Paraíba, sendo elas: Pilar, Sousa, Campina Grande, São João do Cariri, Pombal e Areia.

As principais igrejas que acompanharam a Paraíba no tempo colonial foram: a matriz de Nossa Senhora das Neves, a Igreja da Misericórdia, a Igreja das Mercês, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, a Capela de Nossa Senhora da Mãe dos Homens e a Igreja do Bom Jesus dos Martírios.

Atualmente, o Estado paraibano é um ótimo lugar para se visitar, pois possui uma costa litorânea com praias lindíssimas, como a Praia do Jacaré, que faz um espetáculo, ao som do bolero de Ravel, para acompanhar o por do sol; João Pessoa, capital do estado, que possui o Farol e Ponta do Seixas que são ótimos lugares para se ver as praias urbanas; Praia do Tambaba, considerada um santuário ecológico, entre outras; e localidades com características peculiares, como Lajedo de Pai Mateus, localizada numa das mais secas regiões do Brasil sendo um monumento natural de extrema beleza; Souza que possui o Vale dos Dinossauros, em que se registra pegadas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráfico; e Cruz da Menina, conhecido como Santuário Cruz da Menina, lugar que corresponde a um ambiente religioso visitado por romeiros de várias localidades.

No que diz respeito à culinária, a Paraíba possui um rico e diversificado cardápio que é resultado da miscigenação de raças. No litoral, podemos saborear pratos da fauna marinha: peixes, caranguejos, camarões e lagostas, feitos com molho de coco ou de tomate, podendo ser facilmente encontrados nas barraquinhas da beira-mar de João Pessoa. A carne de sol e a galinha cabidela, e outros petiscos como tapioca, queijo coalho assado na brasa, canjica, pamonha, também são as especialidades da culinária que podemos encontrar no Estado.

Fonte: Governo da Paraíba.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

by The Cities

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