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ARTIGO

Histórico da Educação

No Brasil, a primeira forma educacional ocorreu nas tribos indígenas, onde cultura, costumes e tradições eram passadas de geração a geração, à sua própria maneira.

Quando os jesuítas chegaram ao Brasil em 1549, trouxeram ensinamentos desconhecidos dos indígenas como a moral, os costumes, a religiosidade europeia e os métodos pedagógicos. A preocupação dos jesuítas não era apenas ensinar a ler e escrever, mas civilizar os povos considerados “primitivos”. Eles ocupavam-se da catequização desses através da leitura de textos bíblicos com a intenção de convertê-los à fé católica.

O domínio educacional dos jesuítas durou cerca de 210 anos, de 1549 a 1759, quando foram expulsos do Brasil por Marquês de Pombal. Com a expulsão, o Estado assume a dianteira da educação pagando professores que ensinavam a filhos de autoridades, de fazendeiros e dos senhores de engenho. O ensino era exclusivo aos meninos, e as meninas eram ensinadas em casa a ler e escrever e treinadas para as práticas domésticas.

Nesse momento não havia instituições de ensino superior no Brasil. Para dar sequência aos estudos, somente viajando ao exterior. Em 1808, com a Vinda da Família Real, são criadas aulas avulsas de Anatomia, Cirurgia e outros cursos que mais tarde originaram as faculdades.

A partir de 1827 é permitido o acesso das meninas às escolas, estas ensinadas apenas por professoras. Em 1874, são criadas escolas laicas e colégios particulares que juntamente às escolas católicas, conduzem a educação no Brasil.

Em 1889, com a Proclamação da República, o governo reformou o ensino primário e organizou escolas normais, de formação de professoras. As mulheres se ocupavam do ofício de educar, como uma alternativa ao ofício de lavadeira ou parteira.

Até então, o acesso à educação era limitado. Somente em 1932, movimentos educacionais defendem a universalização do ensino público, laico (sem opção religiosa) e gratuito. Assim, escolas públicas de todos os níveis foram implantadas no Brasil.

A educação costumou ser tratada de maneira secundária até que, a partir da década de 80, o governo resolveu intervir na questão educacional, tanto na questão pedagógica como orçamentária. Com a Constituição de 1988, tornou-se obrigatório para a União e Estados, o destino de parte de sua arrecadação para a educação.

Fonte: Portal Online do MEC (Ministério da Educação).

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